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terça-feira, abril 4

A deleção de João Santana e sua mulher é o próximo "fim do mundo"

João Santana e Mônica Moura podem estarrecer ainda mais Brasília...
Em 3 anos a Operação Lava Jato já prendeu muita gente. de homens ricos, a ex-governadores e até aquele que era um dos mais fortes na Câmara dos Deputados ( Eduardo Cunha, é claro ). Mas João Santana e sua esposa Mônica Moura prometem complementar a "terra arrasada" em que se encontra Brasília. A dupla trabalhou na campanha de Lula ( 2006 ) e nas duas de Dilma ( 2010 e 2014 ). Antes de prosseguir um detalhe: o marqueteiro anterior, Duda Mendonça, foi um dos indiciados no Mensalão e acabou inocentado por uma lei aprovada por Lula no transcorrer do processo. Adiante...

A dupla tem tudo para ratificar tudo o que disse Marcelo Odebrecht em sua delação e da forma como deu-se os pagamentos da campanha de eleição e re-eleição de Dilma Rousseff, mas não só isso. Eles trabalham em diversas campanhas do PT - não só do partido da estrela vermelha é preciso pontuar - como a de Fernando Haddad em São Paulo e a de Jacques Wagner na Bahia. Muita coisa poderá confirmada e/ou descoberta com as revelações deles. Talvez por isso, Dilma tenha desdenhado da deleção de Marcelo Odebrecht, dizendo que ele foi "forçado" a realizar um delaçãozinha. Como se o que disse o dono da construtora preferencial de Dilma fosse coisa pequena. Ou é, vá lá saber no meio de tanta lama...

Como a homologação da Delações de João Santana e Mônica Moura pelo STF, via Ministro Edson Fachinn, o que eles disseram agora é base para novas investigações e indiciamentos. E poderá ser usado também no processo de cassação da Chapa Dilma/Temer. Além, é claro, de tornar público os meandros dos Governos Lula e Dilma. E isso, claro, causa terror na já aterrorizada Brasília, porque segundo apurou-se tem pré-candidato envolvido nas delações. E não estou falando de Lula, alguém bem óbvio que está citado diversas vezes nas delações...

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